sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Acaraú: Predios Historicos!

Construído na segunda metade do século XIX, pelo italiano, de Nápoles, Vicente Gifone, que aqui chegou pelo porto do Acaraú e trabalhou no comércio local, durante o restante da sua vida. A suntuosa mansão foi, posteriormente, residência do empresário José Batista Rocha, do deputado estadual Amadeu Filomeno Gomes e do deputado e prefeito do Acaraú, Manoel Duca da Silveira Neto.Para a sociedade acarauense, é a mais importante edificação histórica central da cidade. Tem um valor histórico incomensurável.Desse sobrado, avista-se toda a cidade do Acaraú.O velho solar é um riquíssimo patrimônio cultural da região, sobretudo pela historicidade e relíquia que representa.A sociedade acarauense clama pelo tombamento do prédio. É uma forma de perpetuar a marca da arquitetura européia na região, bem como preservar às gerações do presente e do futuro, a característica do apogeu econômico dos ancestrais acarauenses.



A Biblioteca Pública Manoel Nicodemos Araújo funciona no prédio que era a Sede do antigo Recreio Dramático Familiar, inaugurado em 02 de maio de 1915. Era o clube diversional da região à época, e, como o nome indicava, servia também como teatro, sendo as peças escritas e encenadas pela própria comunidade.


O velho casarão do líder político Capitão Antônio Raimundo de Araújo foi construído na segunda metade do Século XIX.Resistindo a ação dos anos, o relicário histórico ostenta a arquitetura da época, o poderio dos capitães da política cearense e a opulência da região.Seu frontispício mantém a forma original, caracterizando, assim, o potencial paisagístico da cidade do Acaraú.


Esta casa, construída no final do Século XIX, pelo coletor (fiscal de vendas) Raimundo Coelho de Albuquerque, mantém a fachada intacta. Juntamente com as demais residências contíguas, formava a “Casa dos Coelhos”. Nos fundos dela funcionou a primeira fabrica de conservas de pescas da região. Esta localizada no início da Rua Major Coelho, nome que é homenagem ao seu construtor e primeiro dono. Em 1925, o Major Coelho tomou a iniciativa de mandar edificar a Igreja de São Sebastião, que se conserva em sua originalidade até hoje.

Idealizado e concretizado pela autoria do Padre Antônio Tomás, quando vigário do Acaraú, o casarão está localizado ao lado da casa onde nasceu o 1° Príncipe dos Poetas Cearenses.Trata-se de uma edificação vultosa para o contexto histórico daquela época.Cumpre salientar também, o funcionamento de uma escola no local adquirida e administrada por seu construtor.Hoje é um espaço sagrado, onde funciona a sede da Comunidade “Rainha da Paz”, no Acaraú. Pertence ao patrimônio de N.S. da Conceição.Próximo à igreja Matriz, no centro histórico da cidade, a antiga residência paroquial do Acaraú está na lista do turismo religioso cearense: pelo estilo arquitetônico da época e por ter sido obra do labor do Padre Antônio Tomás.A centenária mansão paroquial é uma relíquia cultural acarauense.

Edificada na rua Santo Antônio, onde atualmente residem o comerciante Manoel Roberto e família, a casa do ex-prefeito e agropecuarista Manoel Albano da Silveira foi construída no início do século XX. A edificação, em estilo eclético (ainda em perfeito estado de conservação), foi residência oficial do Sr. Manoel Albano da Silveira e de sua família. Ele, prefeito do Acaraú, por nomeação legal do governador Justiniano de Serpa, dirigiu os destinos do território acarauense até à Revolução Vargas. O local funcionou informalmente como um centro administrativo, haja vista que era freqüentado pelo povo e por liderança civis, eclesiásticas e militares do município do Acaraú e de outros pontos do Estado. Devido à extensão territorial, Acaraú era o centro das decisões do Baixo Vale do Acaraú. Foi nesse local que foram articuladas e tomadas grandes decisões sobre o município.Apesar da ação do tempo, o palacete do Sr. Manoel Albano da Silveira ostenta o apogeu econômico e político dos capitães da política cearense. Há um sentimento unânime do povo acarauense em que se guarde para a memória histórica e cultural a relíquia arquitetônica deste patrimônio material do norte do Ceará. O tombamento desse tesouro histórico, pelo município e pelo Estado, será uma revitalização perene da história nordestina, cearense e acarauense.

A casa onde nasceu e residiu o saudoso padre e poeta Antônio Thomaz, constitui uma relíquia histórica da terra acarauense.O memorável prédio construído no século XIX, localizado na Rua dos Poetas, foi adquirido do seu pai, o professor Gil Thomaz. O local foi, ainda, onde o sacerdote-poeta compôs a maioria dos seus sonetos.Graças à sua poesia, Padre Antônio Thomaz foi consagrado primeiro Príncipe dos Poetas Cearenses, pela Revista Ceará Ilustrado, no ano de 1924.No centenário do Poeta, em 1968, o prefeito Adenor Martins sancionou a Lei n° 398, tombando para o patrimônio municipal a casa onde nasceu o imortal acarauense.A arquitetura permanece a mesma. O local onde nasceu um dos melhores sonetista da língua portuguesa é atualmente visitado, filmado e fotografado por turistas que constantemente chegam ao Acaraú.

A centenária mansão do tabelião supracitado é um marco do Acaraú do passado. Conhecido popularmente como “Torres Gêmeas”, a edificação mantém as características de outrora.Sem proprietário, natural de Granja-CE, planejou e projetou a construção para abrigar grande família e os amigos.A casa tem um aspecto diferente de todas as construções acarauenses de sua época.Certamente por isso causa tanta curiosidade aos turistas que visitam nossa cidade.

Construída no final do Século XIX, pelo empresário José Batista da Rocha.O espírito empreendedor produziu seletos casarios na cidade, tornando a região com os melhores prédios e com as belas fachadas.A primorosa residência foi adquirida em 1954, pelo industrial salineiro e dirigente futebolístico Manoel Horácio Silva, conhecido nos meios desportistas acarauenses como “Seu Beel”. Nessa mansão histórica ele formou e educou ilustres filhos, que prestaram relevantes serviços ao Acaraú e ao Ceará.A casa, espólio de Manoel Horácio Silva, está em perfeito estado de conservação e mantém a sua arquitetura original.

Foi construída pelo saudoso padre Sabino de Lima Feijão, na década de 1930, com um andar superior. Projetada para ser a nova residência sacerdotal, continua ainda em plena atividade; a construção é uma das mais belas casas da cidade e do seu tempo. De frente para o nascente, ela impressiona pela fachada, pelas janelas, pelo estilo. O majestoso e opulento prédio marca o período das notáveis edificações do operoso Padre Sabino. As mentes preservacionistas do Acaraú desejam o tombamento oficial do belo casarão.

A casa do Coronel Manoel Duca da Silveira, o popular Duca Albano é um ícone arquitetônico do Baixo Vale do Acaraú. Nesse relicário bendito, Manoel Duca e sua esposa, dona Odete Gomes Silveira, construíram e educaram sua numerosa prole.O casarão imponente, na rua homônima, preserva história, tradição, classe e estilo do Acaraú áureo nos primeiros anos do Século XX.Sempre bem cuidado, o casarão do Patriarca Manoel Duca da Silveira é um orgulho do município aos olhos dos visitantes.

O casarão onde residiu o comerciante Edgard Sales Moura Ferreira e família foi construído no início do século XX, na rua do Molambo, hoje rua Dr. Moura Ferreira, pelo industrial Vicente Giffone Filho, um dos herdeiros do italiano, de Nápoles, Vicente Giffone.A velha edificação tem um estilo arquitetônico que se distingue das demais construções civis do Acaraú. É a marca do apogeu econômico da época. Atualmente não habita ninguém no local, mas a fachada do prédio desperta a atenção de todos, sendo sempre fotografada e filmada por visitantes, que vêm ao Acaraú, e por estudantes da região.
Na década de 40, o saudoso Mons. Sabino de Lima Feijão edificou o opulento prédio paroquial com funções mistas: composta de dois enormes salões, sendo um destinado aos atos do culto religioso e o outro para apresentações teatrais.Com o passar dos anos, a confortável edificação foi transformada em Centro de Educação de Líderes da Paróquia do Acaraú – Celpa.O certo é que o majestoso prédio é parte inseparável da diversificada arquitetura local, merecendo assim, ser tombado para figurar perenemente na lista especial do painel cultural e artístico do Acaraú.

A construção do Mercado Público do Acaraú iniciou-se em 1876 e a sua inauguração deu-se em 1878. Passou por sucessivas reformas e ampliações; em 1900, em 1905, em 1923 e em 1939. Em 1949, foi demolido o antigo mercado e edificado o atual, que foi inaugurado em 31 de julho do mesmo ano. Desde então, tem sofrido seguidas modificações, conservando, porém, em alguns trechos, a fachada original.

Tendo funcionado de modo precário e intermitente em vários locais, somente em 1894 a administração municipal passou a ter sede própria.O prédio, adquirido da firma Pecegueiro & Cia., localiza-se na Rua Santo Antônio, e sofreu uma grande reforma em 1922.A fachada entretanto, mantém-se inalterada desde o século XIX.

Edificado para ser a casa de detenção do município, ainda em funcionamento, o prédio foi construído na década de 1950.Com as deteriorações ocorridas pelo tempo, o velho cárcere foi reformado, mantendo-se a arquitetura original.Tem um visual diferente dos prédios da região. Pelo tempo da construção e pela forma arquitetônica o casarão tem real destaque nos prédios do Acaraú.

Construída há quase um século, o casarão, na Rua Santo Antônio, a poucos metros do Rio Acaraú, guarda a memória da cidade do Acaraú. Nessa residência, Osterval Santos Moura, um dos descendentes da família Moura, imigrante portuguesa que ajudaram a colonizar a região, construiu sua família e a instruiu dentro dos ditames da moral cristã e cívica. O solar do “Santos Moura” está preservado, e mora no local a professora Lúcia Moura, uma das filhas do abastado construtor do casarão. A residência é ponto de encontro da família quando se reúne na cidade; ou seja, os descendentes que residem fora do município, em outros Estados e até no exterior.

O sobrado da Família Felipe Rocha foi construído no começo do século XX, pelo agropecuarista e tabelião acarauense Francisco Felipe Rocha.É uma edificação ampla, confortável, que o seu proprietário planejou e concretizou para abrigar a numerosa prole formada pelo casal Sacico e dona Alda Felipe Rocha.O edifício, além de registrar o passado memorável da região, narrará às gerações do porvir, capítulos da história norte cearense.Tombar um edifício deste porte é perpetuar a história artística do litoral acarauense.
Fonte: ToTó Rios

4 comentários:

  1. Agradeço divulgação dos prédios históricos da cidade de Acaraú e a citação da fonte de pesquisa do meu Blog Acaraú pra recordar.
    Totó Rios

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Agradeço por tão importante contribuição àqueles que desejam conhecer melhor o Ceará. Quanta riqueza arquitetônica Acaraú guarda.

      Excluir
    2. Obrigada por contribuir tão detalhadamente para o enriquecimento do nosso conhecimento sobre o Ceará.

      Excluir
  2. Muito bom, você teria a genealogia da familia silveira de Acaraú?

    ResponderExcluir