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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Destino Jericoacoara!

Temporada de férias e diversão e você procurando um destino para viajar? Nesta reportagem, vou dar a dica de um destino bastante badalado – o que pode assustar de início alguns viajantes que gostam mais de tranquilidade, como eu – e apaixonante – sim, fui ‘fisgado’. Tive a oportunidade de estar nesse belo destino da Rota das Emoções em junho de 2015.

A viagem até Jijoca de Jericoacoara, no Ceará, começa pela capital Fortaleza e dura em média cinco horas. O acesso é pela CE-085 (ou ‘Via Estruturante’, como é conhecida regionalmente), passando pelas BRs 020 e 222. A condição da rodovia estadual é boa, mas torna a viagem bem mais longa, se comparada a outros acessos, que estão em mal estado de conservação.

No trajeto, a paisagem é de pastos, lagos e até montanhas, um contraste com a seca que domina o interior do Estado. Pelo percurso, o turista pode fazer uma parada no Parque Botânico do Ceará, em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza), com área total de 190 hectares e 6 km de trilhas, onde o visitante conhece um pouco mais da flora e fauna cearense.

Pela rodovia, outra paisagem que chama a atenção é a formada pelas usinas eólicas espalhadas pelo Vale do Acaraú.

Ao chegar em Jijoca de Jericoacoara (ou simplesmente ‘Jijoca’, como é conhecida a sede do município), o turista tem que mudar de meio de transporte: segue a bordo de ‘buggy’ ou ‘jardinheira’ – veículos 4×4 adaptados para levar passageiros no compartimento de carga – até a Vila de Jericoacoara (ou simplesmente ‘Jeri’).

O acesso é por estrada de terra e uma parte já em paralelepípedos que estão sendo colocados na via.

Escondida a 287 km de distância da capital do Ceará, a vila de pescadores é tomada pelo burburinho causado pela grande movimentação de turistas.

Mesmo transformada por todo esse agito, a principal característica que os moradores não abrem mão de mudar é a ausência de pavimentação, o que dá o charme à vila.

Nos pequenos estabelecimentos, alguns que funcionam em antigas residências construídas com pedras do Morro do Serrote – e que preservam essa característica –, é possível experimentar um pouco da culinária local. São pratos típicos da região, como o pirão e moqueca de arraia (ou ‘raia’), pescada e tratada ali mesmo; temperado com pimentas rústicas, feitas à partir da cachaça. 

Não há como negar que o encanto de Jeri está mesmo na vida noturna, por isso é bastante procurada por grupos de amigos. Seja no Beco do Forró ou em diversos barzinhos da cidade. A dica para o turista localizar as opções é o aplicativo LiveJeri, que indica o roteiro completo da diversão.

Outro atrativo da região é o turismo de aventura. Entre as opções, estão o roteiro até a Pedra Furada, uma formação rochosa esculpida pela força do mar – mas vale o alerta: é preciso preparo físico ou muita disposição para ir, já que o acesso é por uma trilha à pé de 30 minutos na areia e pedras.

Para descansar, a melhor pedida é um banho na Lagoa do Paraíso, com as famosas redes estendidas dentro d’água cristalina.

Outra parada obrigatória é a Árvore da Preguiça, que ganhou esse nome por seu formato desenhado pelos fortes ventos característicos da região.

Antes do anoitecer, o espetáculo fica por conta do pôr do sol. Não à toa, o espetáculo reúne centenas de pessoas na duna que permite uma visão privilegiada do astro se escondendo no horizonte limpo formado pelo mar, que inspira diversos casais.

Mauricio.Jor.Br

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